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Opinion - O fim da franquia Pokémon

Opinion - O fim da franquia Pokémon

Pokémon conquistou-me imenso para preencher o vazio que a franquia Dragon Ball me deixou aos 10 anos de idade. Aos 10 anos queria ter duas Game Boy Color para jogar Pokémon Red e Pokémon Blue com cabo Link para completar a Pokédex de Kanto. Os meus pais não me quiseram dar. Acharam caro.

Esperei 1 ano para ter a experiência parcial dos jogos Pokémon em 2000 com Pokémon Stadium para a Nintendo 64 sendo o meu primeiro jogo Pokémon de todos os tempos como também o meu primeiro Spin-Off dos jogos Pokémon de todos os tempos. Então, em 2001, ao completar 12 anos tive imensas dificuldades.

Pokémon Red e Pokémon Blue já não estavam à venda. Eu tive problemas com os meus pais por não me quererem dar os jogos depois de eles darem as suas desculpas. Esforço-me na escola para me tornar escravo do sistema que na altura não me apoiava por ter autismo e mesmo sem saber que tenho autismo eu era feito de otário então tive de me impor para obrigá-los a recompensar-me pelos meus esforços. Como eu já tinha Pokémon Stadium com o seu respectivo Transfer Pak, eu recebi Pokémon Yellow como meu primeiro jogo da franquia principal e foi assim que comecei a acumular experiência no Pokémon, no que toca a respeito sobre saves e retoma de progresso.

Quando comecei com Pokémon Yellow, eu nunca era guiado por ninguém, nem nunca me foi ensinado como jogar Pokémon. Cometia erros e aprendia com eles. Foi assim que me tornei um dos melhores jogadores Pokémon de Vila Nova de Gaia sem ajuda de ninguém. O que me foi ensinado foi como clonar itens no Pokémon Red e Blue; e como clonar itens e Pokémon no Pokémon Gold e Silver. Foi assim que me tornei absurdamente poderoso que até em Mirror Match de lendários, à tangente, eu venci um ex-colega meu de turma que foi à casa dos meus pais em Canelas em 2003.

Eu era pouco respeitado na escola que até me chamavam pela alcunha de "Pokémon", pelo simples facto de me tornar perito na franquia até à Geração 2. A geração 2 foi o auge do meu desempenho e conquistas nos jogos Pokémon ao derrotar todos sem perder uma única vez. Até que eu conheci um homem mais velho que eu que levou a sua Game Boy Color, desafiei-o para uma batalha Pokémon e o que aconteceu a seguir foi que varri a sua equipa, na antiga loja Fabio Lucci no Arrábida Shopping em Vila Nova de Gaia. Eu varri toda a sua equipa com Celebi nível 100. O mais forte que ele tinha era um Feraligatr nível 60. Derrotei-o com 1 Ancient Power. Varri os seus outros cinco com Giga Drain. Celebi era monstro!

Apesar do meu ace ser o Lugia, um dos meus Pokémon favoritos, Lugia só tinha o destaque de varrer a equipa do adversário mas nunca era o mais forte. Mas sim era um Pokémon presencial nas batalhas com todo o arsenal que possuia como Surf, Thunderbolt, Aeroblast e Psychic. Eu era bastante ofensivo que eu nunca usava moves que não fossem damaging moves. Só usava moves para tirar vida ao adversário. Eu era um bronco que me cagava para a estratégia, mas que me focava apenas na força bruta. Era assim que eu era respeitado por poucos.

Na Geração 3, eu combatia muito pouco porque nem todos usavam a Game Boy Advance. O problema estava na dificuldade de apanhar o Feebas e evoluí-lo para Milotic. Se não fosse isso, eu teria a Hoenn Pokédex sem capturar obrigatóriamente Jirachi e Deoxys. Então eu soube que não era obrigatório acabar a National Pokédex com os Míticos como Mew, Celebi, Jirachi e Deoxys. Era só apanhar os Pokémon disponíveis nos jogos. Sem eventos, sem míticos, apenas tudo na raça. E não consegui fazê-lo só porque o problema era encontrar Feebas na Route 119. Fiquei completamente frustrado. Até que em 2014 melhorei a forma de jogar Pokémon depois de vários anos de burnout após o meu internamento no manicómio de Magalhães Lemos mas em 2014 recuperei alguma coisa do burnout e fez-me ganhar coragem de apanhar o Feebas e evoluí-lo para Milotic graças à Ability Suction Cups, uma Ability extremamente útil fora das batalhas que me permitia apanhar Pokémon raros como Feebas ou seja, eu teria de pescar em cada quadrado de água, conhecido como water tile, usado para animar os assets e os sprites, até cinco vezes. Se nos cinco vezes eu não achar o Feebas, eu teria de passar para o próximo quadrado, mas para isso, Lileep tinha de ser o líder para activar a Ability fora da batalha. E foi assim que capturei o Feebas, 11 anos depois, pela primeira vez. E consegui evoluir para Milotic no mesmo dia. Aliviei um trauma e uma frustração que sozinho eu não conseguia lidar.

Na Geração 4, desmoronou tudo. Depois que um ex-melhor amigo e ex-colega de turma de 9º ano se fazer passar pela Luciana Abreu, ele extorquiu-me os 90 Euros que eu tinha juntado para comprar Pokémon Diamond e Pokémon Pearl, jogos que eu estava a ficar hypado de os jogar. Depois do meu internamento no manicómio, o burnout apareceu e a causar-me perda de interesse nos hobbies por isso que tive desgosto de jogar Pokémon Pearl para Nintendo DS, extremamente lento que me fez perder o interesse na franquia Pokémon pela primeira vez. A situação se agravou depois de perder pela primeira vez em 8 anos de invencibilidade e perdi pela primeira vez no primeiro torneio online Pokémon que eu organizei em 2009 no chat do Pokémon Squadron, site que utiliza o Xat.com, um website de conversas públicas fundado pela Amy e pelo Empoleon (o seu namorado na altura). A gente competiu nesse evento. Perdi pela primeira vez por um stall de Umbreon e Blissey com Toxic + Moonlight + Softboiled com uma equipa de overused (eu não poderia usar lendários ou míticos como usava antes por causa da palhaçada que chegou a SMOGON). Depois de perder pela primeira vez, perdi o respeito de todos que tinham antigamente respeito por mim e passaram a odiar-me. Quando eu perdi pela segunda vez, foi contra o co-organizador do evento que organizei junto com ele. Fui humilhado e ele ainda me disse "You will never learn". Foi assim que acabei bloqueado por ele. Já se passaram 17 anos depois da minha primeira derrota nos jogos Pokémon e perdendo pela segunda vez consecutiva, sendo insultado e abandonado por todos, fez-me odiar completamente a Nintendo, a Pokémon Company, a Game Freak, a DeNA e a ILCA; como também, odiar a comunidade por todo o mal que me fizeram. Depois que anunciaram e lançaram Platinum, Heart Gold e Soul Silver, cada jogo lançado era um desperdício de dinheiro e carregam consigo a frustração que passo a jogar esses slops.

Na Geração 5, eu quis tentar voltar a competir que até comecei a usar Pokémon hackeados para o WiFi. Derrotei japoneses que se tinham a puta da mania que eram bons. Se fui banido ou não na Nintendo DS, quero que se fodam. O importante não é jogar limpo para ser escravo das coorpoerações ou empresas, mas sim me divertir a causar estragos como vingança de todo o mal que me fizeram. O Black, White, Black 2 e White 2 não adicionaram nada de novo, nem mesmo as Hidden Abilities me convenceram a voltar ao jogo. Eu continuei em volta da comunidade tóxica do Pokémon que me fez comprar Pokémon hackeados por Paypal para usá-los no competitivo. Eu perdi mais vezes do que perdia na Geração 4, mas pelo menos com Pokémon hackeados, eu taquei o terror nos filhos da puta da comunidade Pokémon e os fiz sofrer por todo o mal que me fizeram. O problema foi que a comprar cartas Pokémon, principalmente Mewtwo EX e Darkrai EX, custou-me caro porque não só o cabrão do vendedor ficou-me com o meu dinheiro mas também ele vazou a minha anterior morada aos meus haters para me fazerem assédio e cyberbullying online que me fez ter mais nojo da comunidade Pokémon e os seus jogos.

Na Geração 6, o sofrimento que me causavam foi ainda longe demais. Bloquearam-me nas redes sociais, baniam-me dos grupos e ainda me acusavam de me armar em não jogar Pokémon sem usar cheats. Isto em 2013. Depois que em 2014 eu apaguei as minhas redes sociais para me isolar durante seis meses, mesmo com o lançamento do canal do You Tube do DanielNostalgiaFM. Apesar de ganhar alguma confiança de algumas pessoas, os mesmos haters vieram dar dislikes e comentários com insultos e ameaças. Para lutar e resistir contra os meus haters, usei traffic exchange para aumentar a popularidade do meu canal para ganhar apoio de mais pessoas que queriam conhecer os meus projectos e ganhar dinheiro com a parceria que eu tinha com a Freedom por fazer playthroughs das hack-roms dos jogos Pokémon como Pokémon Liquid Crystal. No dia 15 de Julho, eu celebrei a m0rt3 do Satoru Iwata, ex-presidente da Nintendo que eu o acusava de incentivar a comunidade Pokémon a atacar pessoas com deficiência como eu. Depois do Iwata ser substituído pelo Tatsumi Kimishima, o meu ódio pela Nintendo mantém-se o mesmo e o mesmo ódio eu mantive contra a comunidade por me ter feito sofrer. A minha penúltima ex-namorada portuguesa teve nojo de mim por eu ter celebrado a m0rt3 do Iwata, mas só em 2025, eu comprei Dragon Ball Z Budokai para Nintendo Gamecube e quando a consola deu erro, vi que o meu jogo esteve riscado e devolvi-o à Mais 2 Jogos. Então percebi que Iwata tinha razão, quando a Gamecube dava erro e fazia perder não só o save mas também o meu tempo, que a Gamecube era mais transparente que a Playstation 2 e a XBOX porque a Gamecube foi transparente em me avisar quando o jogo está riscado e não funciona. Pedi desculpa ao Satoru Iwata pelo mal que lhe fiz, 10 anos depois e admiti que estive errado sobre ele. Então considerei a Nintendo Gamecube e a Game Boy Advance como duas das melhores consolas alguma vez feitas pela Nintendo antes da transição da Nintendo Wii e da Nintendo DS. Apesar de tudo que passei em 2015, em 2016 perdi o acesso à rentabilização pelo You Tube e o canal foi banido por usar traffic exchange.

Na Geração 7, foi menos conflituoso comparado com as gerações passadas, mas a partir do Ultra Moon, eu homenageei o meu falecido gato Tico ao dar o nome do meu Pokémon Litten de Tico. Já evoluído para Incineroar, ele deu cabo da Ultra Necrozma e consegui passar o jogo mas não me dei ao trabalho de apanhar os lendários ou as Ultra Beasts. Depois de acabar a história principal, parei. Ultra Moon era um jogo bem, mediocre. Deixou-me usar Ash-Greninja, deixou-me usar as Mega Evolutions e ainda me fez gostar da música da batalha da Ultra Necrozma, por isso que Ultra Moon não é um jogo que eu goste mas também não é um jogo que eu deteste. Mas para aliviar, Let's Go Pikachu aliviou um pouco o meu ódio que sentia contra a comunidade Pokémon e contra os jogos. Eu acabei a Pokédex do Let's Go Pikachu com a ajuda do Pokémon GO. E ainda obtive Meltan e Melmetal, então, geração 7 foi meh... diocre.

Na Geração 8, fiquei fodido quando a Game Freak anunciou que não vamos ter mais a National Pokédex, dando início ao Dexit, referência ao Brexit. Sword e Shield foram os jogos que detestei por ter obrigatóriamente DLCs feitos no mesmo dia que os jogos base foram lançados só para dizerem que os DLCs estavam em desenvolvimento. Foi desrespeitoso excluírem as Mega Evolutions, as Primal Reversions, os Z-Moves, a Ultra Necrozma e o Ash-Greninja. Como é que a malta consegue gostar do Sword e Shield? Depois os remasters como Brilliant Diamond e Shining Pearl foram feitos sem alma. E foi assim que os remakes e os remasters morreram. Legends Arceus foi ainda pior com problemas com gráficos vectoriais e conteúdo podre, em que não nos deixa capturar Arceus. E sabes o que é pior? Se vinculares os saves do Arceus para Brilliant Diamond e Shining Pearl é que podias capturar Arceus de verdade. Fiquei fodido, esse evento podia ser replicado no Diamond e Pearl originais e não foi justo para nós que compramos os jogos da Nintendo DS para esta desculpa de merda.

Na Geração 9, foi ainda pior. Scarlet e Violet foram os primeiros jogos lacrolas que se tornaram nos jogos mais vendidos da franquia, os jogos mais quebrados da franquia com problemas no desempenho, crashes e glitches... Fotogramas baixas. Os jogos eram injogáveis que até fizeram um criador de conteúdo vomitar no dia do meu aniversário em 2023 com framerates baixas. Os jogos eram horríveis. Passados três anos, a gente teve Pokémon Legends Z-A que não só contou a história que expande a história de Kalos, mas também é um jogo que se trata de vingança contra um homem que produziu uma arma m0rt4l que m4t4v4 Pokémon e humanos. Ao derrotar a sua Floette, o homem foi com o caralho e enterrado no cemitério em Lumiose por todos os crimes que o filho da puta fez no mundo Pokémon, em vez de m4t4r o abusador do Lysandre que também compactuou com a mesma merda. O jogo era terrível, jogo enjoativo, gráficos com polígonos que foram roubados para encher a bunda da Ema com silicone nas nádegas só para parecer s3xy. Horrível como fizeram isto! Atirar as Poké Balls para apanhar Pokémon e itens raros tornou-se um pesadelo com o DLC como Mega Dimension e mesmo assim a Game Freak não conserta as suas merdas. O processo da patente da Nintendo contra a Pocketpair pela alegada violação da patente lhe custou caro. Metendo perdeu o processo e ainda quis armar barraca ao processar o governo dos Estados Unidos da América por causa das tarifas aplicadas pelo Donald Trump. A sua derrota judicial fez com que a Metendo perdesse os advogados que muniu ao longo das décadas que a ajudavam a processar quem fazia projectos de fan games, fan projects, fan arts. Hell ainda Pokémon TCG Pocket se tornou num cancro em lançar cartas digitais para jogar online para ganhar emblemas ao vencermos eventos. A comunidade do Pokémon TCG era tóxica porque quando eu dava opinião, o pessoal bania-me dos seus canais do You Tube. Eu era também banido em grupos do Facebook por pensar diferente. O capacitismo contra mim era ainda pior por odiar Pokémon mas se Pokémon se acha uma franquia inclusiva, eu acho-a capacitista. Bem dito seja Palworld que quase m4t0u Pokémon em número de vendas, próximo de vender mais que os melhores jogos Pokémon da minha infãncia, Red, Blue e Yellow.

Na Geração 10, Pokémon Winds e Pokémon Waves foram lançados mas o 30º aniversário da franquia Pokémon foi um funeral à própria franquia. Pokémon Bank e Pokémon Transporter foram descontinuados, já não vais poder transferir os teus Pokémon a partir dos jogos físicos e originais e só podes fazer a tua jornada do zero a partir dos jogos da Switch sem todas as espécies estarem disponíveis. 14 anos depois do fim do Pokémon Bank e do Pokémon Transporter, a Metendo começou com o seu cashgrab ao relançar os jogos Pokémon da Game Boy Advance para mamar 20 Euros por cada ROM, ou seja, se quisesses ter todos os jogos Pokémon da Gen 3 portados para Nintendo Switch, vais ter de pagar 100 Euros pelo Ruby, Sapphire, FireRed, LeafGreen e Emerald. Um golpe baixíssimo. Ainda pior, a Metendo derrubou a ferramenta Dramatic Shape Voxel MOD que expandia a forma de jogar Gen 1 dos jogos Pokémon e a comunidade dos fans tolos denunciaram a ferramenta à Metendo para a Metendo a derrubar na GitHub. A transmissão semanal do Anime Pokémon foi descontinuado ao encerrar as histórias do Ash Ketchum, da Liko e do Roy como protagonistas dos seus respectivos Animes. Os Animes passam a ter pouca quantidade de episódios e serão por temporadas. Alguém continua com esperança que o Ash volte ao Anime? Internem-se no Magalhães Lemos! Vocês não são capazes de aceitar a perda do protagonista filho de uma granda puta de 10 anos que atormentou o seu público e injustiçou o Porygon no episódio 38! Pokémon está a provar do seu próprio veneno e é bem feito para a franquia e para os developers para respeitarem jogos que verdadeiramente servem bem os consumidores. Palworld foi vingado. Palworld é um fenómeno mundial na indústria gaming em colapso e espero que Pokémon se foda em breve. Até mesmo com as leaks que a Underwater Abyss no Winds e Waves sofra desempenho podre, Pokémon não se vai recuperar nunca mais depois disto. Fanboys das franquias Pokémon e Digimon têm de assumir a derrota e assumir que o melhor de si já se foi e que só entregaram produtos podres e anti-consumidores a cada lançamento.

Digimon só foi bom a partir do Tamers, Frontier e Savers.
Pokémon só foi bom a partir da Geração 1 até à Geração 3.

Acabou para ambos. Pokémon morreu e Digimon continua a ser o zombie que é hoje depois do Digimon TCG lançar updates de século para séculos. É melhor vocês terem outros hobbies. Gaming morreu. Pokémon morreu. Digimon morreu. Ontem já era tarde. Acordem e lidem com isso. 

 

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Sou um criador de conteúdo multiplataforma.


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