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Opinion - YuGiOh TCG evoluiu tarde demais

Opinion - YuGiOh TCG evoluiu tarde demais

O YuGiOh tradicional que nos habituamos desde o seu lançamento em 2002 para Europa, mudou mas foi tarde demais. Depois do jogo estar completamente injusto e todo broken, a Konami decidiu lançar as suas cartas Full Arts do seu jeito mas não atrai jogadores. Eu falei com um dos meus conhecidos sobre a situação do TCG e como ele estava nos torneios regionais. Ele respondeu-me que o problema do YuGiOh TCG é o jogo estar completamente quebrado em que as cartas foram feitas para spamar monstros no campo para negar cada acção que o adversário faça para o fazer desistir no seu próprio turno. E ele foi 72º classificado nos torneios regionais, pois eu bem o inspirei a jogar YuGiOh quando éramos melhores amigos na década passada.

Depois de dar uma pausa no YuGiOh, esse conhecido passou a pintar miniaturas do Warhammer, uma franquia muito bem conhecida no ocidente. E eu percebo-o porque ele teve de mudar de hobby quando o barco dos TCGs se estava a afundar, principalmente YuGiOh.

Mas nem é por lançar um novo TCG que o público fica hypado para jogar um novo card game para fugir à indústria dos videojogos. O problema é: um novo TCG é atractivo, budget friendly e mesmo assim, chega um novo formato com o powercreep todo?

Este é um dos maiores problemas que TCG enfrenta actualmente e por isso que deixei de jogar TCGs.

Quando decidi coleccionar cartas, foi a melhor terapia que alguma vez fiz. Quando eu jogava cartas, outros ex-melhores amigos meus roubaram-me cartas e mentiam-me à descarada, faziam-me burlas com trocas e manipulavam-me com informações falsas, como, obter informação de quando e onde o Anime Pokémon Diamond and Pearl passava na televisão porque não haviam direitos de dobragem deste Anime em Portugal. Fui tão burlado, agredido, roubado e enganado à cara dura.... senti-me inferior porque fui banido do mercado de trabalho, ninguém gostava de mim, odiavam-me de qualquer maneira, tinham Internet mas sabiam tudo e mais alguma coisa que eu; eu não tinha um telemóvel de luxo nem sequer tinha uma consola de nova geração na época. Então quando decidi abandonar as amizades que me sugavam materialmente como financeiramente como emocionalmente, descobri que o meu caminho para ter uma vida entretida com coisas boas é não fazer amigos com os mesmos interesses que eu.

E então, quando voltei a coleccionar cartas em 2018, com a inspiração do Awesum James, vi que o melhor a fazer é nunca mais voltar a jogar às cartas. Pelas experiências que vivi durante 9 anos de TCG, aprendi as lições mais importantes e não me deixar levar por burlões que se fazem passar por amigos.

Durante 8 anos, a loucura do Pokémon TCG levou a novas alturas e maluquices como scalping, principalmente nas cartas Full Art, Rainbow Rare, Gold Secret  Rares.... e a única Rainbow Hyper Rare que me ofereceram... foi o James que me ofereceu de presente no meu 31º aniversário. A única Hyper Rare com Articuno & Zapdos & Moltres Tag Team GX que valorizo e guardo com enorme carinho até hoje.

As raridades mais altas eram que tinham mais destaque na ribalta. Então, Konami ficou-se na sua zona de conforto em lançar cartas com resolução 4:9 e não inovar as raridades e também não melhorar o seu jogo, os seus formatos, pois tudo estava a ficar enfadonho de tanta carta broken e erratas injustificáveis e erradas para nerfar uma carta que lhe traz mais poder de que lhe reduz.

8 anos depois de eu voltar a coleccionar TCGs, reparei que a Konami lançou uma nova versão holográfica que se chama Extended Artwork. Essas cartas são Full Arts que Pokémon vende, mas dão um nome extenso para as cartas antigas para ganhar mais destaque no competitivo, mais poder sobre a sua versão original, igual como fez a Toei Animation com o Digimon Adventure Kizuna, quando mostraram no filme o Agumon Bond of Courage e Gabumon Bond of Friendship, respectivamente. A Konami está a fazer igual ao que a Bandai Namco fez com as suas versões do Agumon e do Gabumon.

Nem isso está a atrair público. Nem mesmo coleccionadores. Pessoal a vender as cartas a troco do pão para poderem se sustentar na economia insustentável nos dias de hoje. E pior ainda, YuGiOh está a m0rr3r no TCG e no Manga. O Anime não está a ir bem (porque o Sevens é horrível). O TCG está broken e completamente injusto e injogável. Já não se fazem Anime de YuGiOh com humanos duelistas como antigamente. Em vez disso, fazem Animes de cartas como as Sky Strikers, o que eu acho ridículo fazerem referências às cartas do TCG para arrancar mais dinheiro do consumidor.

Se não fizerem o que os fãs nostálgicos pedem, a Konami vai perder mais dinheiro. Honestamente, que YuGiOh volte a pertencer à Bandai Namco e volte a lançar cartas como lançava em 1996 nos tempos do Season 0.

E que equilibrem as cartas banindo-as para prevenirem OTK ou FTK. Queremos um jogo justo para todos. Não é lançar um novo card game que vai resolver o problema.

Grandmaster of the Six Samurai Secret Rare Strike of Neos, Crystal Beast Sapphire Pegasus Ultimate Rare Force of the Breaker e Lightning Vortex Super Rare Flame of Eternity... sinto a vossa falta. Voltem para mim. Voltem para o Dani. Dani tem saudades vossas...

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Sou um criador de conteúdo multiplataforma.


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